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O fato de um dia ter lido sobre um padrão e trazê-lo consigo como verdade absoluta é um comportamento normal do cérebro. O ser humano, tem essa tendência. Mas quando falamos de negócios, principalmente os digitais, é preciso pesquisar um pouco mais e atentar-se sobre eficácia e aplicação deste padrão. Como você verá a seguir, o Neuromarketing comprova isto muito bem.

O que escrevo aqui nada mais é do que a explanação de uma pesquisa já realizada há 10 anos e que muitos entendedores, donos de verdades absolutas e coisas afins, insistem em propor em suas consultorias como sendo uma regra e pelo que percebo, sequer pesquisam antes de implementar.

Mas vejam, isso não é uma crítica. É um alerta!

Quando falo alerta é porque estamos diante de uma ciência nova, ainda em desenvolvimento, e que não está disponível para o conhecimento de todos e falo especificamente do Neuromarketing.

Os estudos em Neuromarketing nos ensinam que padrões são a predileção do cérebro, aliás ele busca isso insistentemente com o objetivo de economizar energia. Porém, este mesmo  cara, o cérebro, que busca padrão, fica em extremo alerta quando percebe a quebra de padrão.

Confuso não? Mas eu explico melhor: o cérebro recebe 11 milhões de bits de informação por segundo e só processa 40 bits nesse mesmo tempo e isso significa que somos bombardeados de informações e estímulos o tempo inteiro, mas absolutamente muito pouco é processado racionalmente. E o restante? O restante não é descartado. Ele vai para uma área inconsciente e em algum momento, vai ser útil.

Entendido isso, temos dois pontos a considerar para a plena compreensão desse texto. O  primeiro dá conta de que a informação “padrão” de que as pessoas leem em um ritmo “Z” já não faz sentido há algum tempo, e os diretores de arte, os que estudam, já praticam isso antes do mercado digital ser tão aquecido. O fato é que trouxeram esse dado para o mercado digital, e o tratam como verdade. Tenho ouvido muito isso!

Com o aquecimento do e-commerce, aplicar os estudos de Neuromarketing é avançar em ferramentas importantes para trabalhar os estímulos ao cérebro, entregando padrão,  gerando entendimento para quebrar o padrão e mais: criar outros padrões com estímulos novos!

Mas de fato existe um tendência que não é o “Z” que varia de pessoa para pessoa de conteúdo para conteúdo e de interesse para interesse.

Quer entender como o Neuromarketing pode ajudar o seu negócio? Agende um conversa com a gente CLICANDO AQUI.

*Texto originalmente publicado pelo nosso diretor de estratégia Antony Moreira no portal Administradores e no site E-commerce Brasil.

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